Foto: Rafael Neddermeyer/ fotos públicas
Começo este artigo, que por sinal é a minha redação produzida para a disciplina de Comunicação e expressão II da faculdade sobre a geração Y , e que foi barrada pelo professor (chato pra caramba) por conter erros de concordância, o que significa que ninguém é perfeito na escrita por mais que pense que seja (exceto Arnaldo Jabor e outros feras). Começarei a publicar aqui minhas redações que faço nas aulas, mas só se elas forem boas (risos) caso contrário fora de cogitação. Vamos lá?
Don Tapscott defende que essa nova geração à Y, como é chamada, detêm um quarto representativo da população mundial que irão dominar a força social, política e econômica. Observando esses aspectos que o autor direciona são respectivamente muito bem aceitos para se debater, já que ele acerta mesmo sem ser taxativo dessa quebra de paradigma. Ou seja assumindo um novo rumo e abandonando o velho.
Mas será que é isso mesmo? replicando o que Tapscott de forma não tão contundente fez é que, para a inserção desta nova geração Y, foi preciso de uma transição que ocorreu de forma mais cumultativa e integrativa do que substitutiva. Ou seja todas as gerações saem ganhando se compreenderem que para isso o trabalho deve ser cooperativo e gradual.
Novamente. O que aqui se diverge da opinião do autor para com a minha, é que cada estágio permanece no seguinte e de certo modo se ajusta e se integra a essa nova geração "nascida em bits" e não de forma substitutiva modelando o pensamento de que eles (geração y) são os substitutos de um modelo velho e burocrático ultrapassado dos seus antecessores. Que não é bem assim.
O segundo ponto é a abordagem simples que Tapscott faz sobre as respectivas mudanças e perspectivas para o cenário econômico entre os países desenvolvidos e emergentes ao qual é de suma concordância.
É visível reconhecer no meio social esses levantamentos. Os jovens da geração Y ao qual pertenço, prezam por este tipo de liberdade, que significa trocar de empresa rapidamente ou liberdade por competitividade aqui no Brasil. E o grande desafio dos homens de cabelo grisalho não é entender nós jovens de hoje, mas sim acompanhar-los durante esse processo que tramita continuadamente, e onde a história narrará um dia

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