É meu primeiro artigo ou para ser sincero meu primeiro texto que vos escrevo sobre as circunstâncias em que eu vivo ou vivi. talvez você seja a primeira pessoa a ler isto (ou tenha se enganado com alguma outra página e tendo lido acidentalmente) pois quem se interessaria em ler algo de alguém que não tem nenhum valor extraordinário no âmbito social?
Tomei coragem e venci a preguiça para fazer este blog que de certa forma poderá me ajudar a resenhar textos ou a produzir críticas quem sabe. Sou estudante de jornalismo caminhando ou melhor engatinhando para o 2º semestre em uma universidade de pouco nome para a área. o que me preocupa, pois enquanto vejo centenas se formando ou ingressando em universidades públicas federais ou privadas como uma PUC ou FAAP, me vejo mais pressionado e isolado de conseguir algo. Talvez este receio se deva á um simples fator:
Em grande parte fui um aluno covarde nos meus tempos de colegial. creio que nem a "desculpa" de ter tido problemas na época, como déficit de atenção e dificuldade de aprendizagem me inocentem desta auto-condenatória.
Podia ter dado mais de mim? poderia. ou me permitir mais até quem sabe. a culpa é menor quando você reconhece todos estes erros e ainda há tempo de se retificar.
Nunca me interessei por muitas coisas naquela época, a não ser que fosse sobre futebol, garotas, Rock e derivados ou até mesmo sobre[...] Bem acho que seria só.. Não. haveria mais?
Eu não me lidava bem com Química, Física. Matemática então? eu sempre me f#5&@ . Mas tinha uma coisa que eu aprendi a amar. História!
No ensino fundamental, eu só me dava bem em língua Portuguesa e História o que logo desencadeou minha facilidade em produzir redações e textos que na média sempre foram 9 ou 10 o que continuou no ensino médio essa boa reciprocidade
Foi preciso um choque cultural e motivado por mim mesmo para eu começar a aprender de verdade. claro que estes créditos não ficam só por minha margem, tive também bons professores e tenho atualmente bons professores na faculdade que tem me ajudado e muito.
Quando conheci as Ciências humanas com sua exatidão em Filosofia, Economia, Política e Sociologia de verdade pude compreender sua verossimilhança entre ambas.
Não que o colégio não tenha mostrado estes componentes. mostrou sim. pouco mas não o suficiente.
Meu professor de filosofia no colegial era brilhante no que falava, mas não entendia onde ele queria chegar. Ás vezes ele parecia está balbuciando palavras que não figuravam com a minha realidade ou também por aquilo dito logo em cima, o ser covarde em que eu me apresentava.
Eu me perguntava sempre porque foi necessário eu terminar o ensino regular para eu me de identificar com esta área?
E cheguei á uma simples conclusão de volta: A experiência.
Na verdade ela é o contato epistêmico ou seja perceptual, direto e também característico com aquilo que se apresenta a uma fonte cognitiva de informações como por exemplo: faculdades mental como a percepção, memória e a imaginação etc. Para alguns filósofos como descartes, aquilo que se dá a qualquer uma dessas faculdades é experiência (embora ele não utilize esta palavra mas sim a palavra pensamento). Sendo assim ao olhar uma tela de computador cada um terá uma experiência característica de uma tela de computador com o Jornalismo funciona quase da mesma forma. uma vez que você escreve um texto você passa por uma experiência característica. Essa experiência me salvou de uma vida possivelmente infeliz.
Tomei coragem e venci a preguiça para fazer este blog que de certa forma poderá me ajudar a resenhar textos ou a produzir críticas quem sabe. Sou estudante de jornalismo caminhando ou melhor engatinhando para o 2º semestre em uma universidade de pouco nome para a área. o que me preocupa, pois enquanto vejo centenas se formando ou ingressando em universidades públicas federais ou privadas como uma PUC ou FAAP, me vejo mais pressionado e isolado de conseguir algo. Talvez este receio se deva á um simples fator:
Em grande parte fui um aluno covarde nos meus tempos de colegial. creio que nem a "desculpa" de ter tido problemas na época, como déficit de atenção e dificuldade de aprendizagem me inocentem desta auto-condenatória.
Podia ter dado mais de mim? poderia. ou me permitir mais até quem sabe. a culpa é menor quando você reconhece todos estes erros e ainda há tempo de se retificar.
Nunca me interessei por muitas coisas naquela época, a não ser que fosse sobre futebol, garotas, Rock e derivados ou até mesmo sobre[...] Bem acho que seria só.. Não. haveria mais?
Eu não me lidava bem com Química, Física. Matemática então? eu sempre me f#5&@ . Mas tinha uma coisa que eu aprendi a amar. História!
No ensino fundamental, eu só me dava bem em língua Portuguesa e História o que logo desencadeou minha facilidade em produzir redações e textos que na média sempre foram 9 ou 10 o que continuou no ensino médio essa boa reciprocidade
Foi preciso um choque cultural e motivado por mim mesmo para eu começar a aprender de verdade. claro que estes créditos não ficam só por minha margem, tive também bons professores e tenho atualmente bons professores na faculdade que tem me ajudado e muito.
Quando conheci as Ciências humanas com sua exatidão em Filosofia, Economia, Política e Sociologia de verdade pude compreender sua verossimilhança entre ambas.
Não que o colégio não tenha mostrado estes componentes. mostrou sim. pouco mas não o suficiente.
Meu professor de filosofia no colegial era brilhante no que falava, mas não entendia onde ele queria chegar. Ás vezes ele parecia está balbuciando palavras que não figuravam com a minha realidade ou também por aquilo dito logo em cima, o ser covarde em que eu me apresentava.
Eu me perguntava sempre porque foi necessário eu terminar o ensino regular para eu me de identificar com esta área?
E cheguei á uma simples conclusão de volta: A experiência.
Na verdade ela é o contato epistêmico ou seja perceptual, direto e também característico com aquilo que se apresenta a uma fonte cognitiva de informações como por exemplo: faculdades mental como a percepção, memória e a imaginação etc. Para alguns filósofos como descartes, aquilo que se dá a qualquer uma dessas faculdades é experiência (embora ele não utilize esta palavra mas sim a palavra pensamento). Sendo assim ao olhar uma tela de computador cada um terá uma experiência característica de uma tela de computador com o Jornalismo funciona quase da mesma forma. uma vez que você escreve um texto você passa por uma experiência característica. Essa experiência me salvou de uma vida possivelmente infeliz.

Hum..
ResponderExcluirBoa dissertação, não é uma linguagem coloquial porém é de fácil entendimento, não é como aqueles textos melancólicos onde a pessoa precisa ler e reler 3 vezes o mesmo parágrafo para conseguir entender..
Quanto ao conteúdo, expõe suas experiencias pessoais, porém faz uma crítica social, dessa forma não fica parecendo um diário...rsrs; Conclusão bacana também.
Interessante, mesmo você não tendo um valor extraordinário no âmbito social... ksks
Obrigado ale pelo comentário construtivo, obrigado mesmo, volte sempre!
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