Max Wolf Filho nasceu em Rio negro no estado do Paraná em 1911 onde faleceu em guerra em Biscaia no dia 12 de abril de 1945 aos 33 anos. Ele foi um militar do exército Brasileiro onde participou da Força expedicionária Brasileira (FEB) na frente de combate italiana durante a grande segunda guerra mundial.
Filho de pai austríaco, Wolf alistou-se em Curitiba, aos 18 anos, no 15º batalhão de caçadores, unidade extinta cujas instalações são hoje ocupadas pelo 20º batalhão de infantaria blindado sargento Max wolf filho (20º BIB) em Curitiba (PR). na década de 1930 muda-se com a família para a cidade do Rio de janeiro, então capital federal, e ingressa em sua polícia militar na qual permanece por uma década. No ano de 1944, como 3º Sargento daquela corporação,apresenta-se voluntariamente para compor a força expedicionária Brasileira, integrando então 1º Companhia do 11º Regimento de infantaria (11º RI) em São João del-rei (MG).
Destacou-se por sua bravura no decorrer da guerra, tornando-se conhecido pelo seu destemor, intrepidez e abnegação. Suas façanhas eram proclamadas pelas partes de combate e por vários correspondentes de guerra das imprensas nacional e estrangeira.
No dia 12 de Abril de 1945, o 11º RI recebeu a missão de reconhecer a região de Monte forte e Biscaia, a denominada "terra de ninguém". O sargento Wolf foi voluntário para comandar a patrulha de reconhecimento, que foi constituída por 19 militares que se haviam destacado por competência e bravura em outros combates. Nessa missão, foi fatalmente atingido por uma rajada de Metralhadora Alemã, que o atingiu na altura do peito.
Somente vários dias após sua morte, o corpo do sargento Max wolf filho foi encontrado. Foi agraciado "post mortem" com as medalhas de campanha de sangue e cruz de combate do Brasil, e com a medalha Bronze Star, dos Estados Unidos da América. Foi sepultado no cemitério Militar Brasileiro em Pistóia na Itália, posteriormente seus restos mortais foram trasladados para o Brasil.

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