Olá! Bem, primeiramente nestes últimos dias estava difícil escrever aqui no blog por um motivo: Falta de criatividade. Nada de problemas pessoais, embora estivesse com febre uns dois dias seguidos. Foi então que eu precisei inovar e criar mais conteúdo. Pensei comigo mesmo, nada mais inteligente do eu escrever sobre música de preferência Heavy Metal meu estilo favorito. Bora então escrever sobre Álbuns que marcaram minha vida e a de muitos apaixonados por este estilo.
Para começar vou falar do Álbum Somewhere Far Beyond de 1992 do Blind Guardian. Eu considero o melhor da carreira deles, mas é minha opinião assim de como irei trata-lo no decorrer da análise.
Surgido em meados da década de 80 na cidade de Krefeld (Alemanha), O Blind Guardian se consolidou no mercado musical ao conquistar os fãs do mundo todo através de uma atmosfera mágica e com músicas que misturam a agressividade do Heavy metal com o clima épico e fantasioso influenciado pela cultura medieval, pela mitologia nórdica e pelas famosas obras do escritor J.R.R. TOLKIEN.
Este é considerado por muitos fãs o disco que concretizou a sonoridade adotada pela banda e que havia começado em Tales from The Twilight World de 1990. O nome do álbum é baseado na série "The Dark Tower", de STEPHEN KING. Além disso, o design da capa foi idealizado por andreas marschall, que também trabalhou em outros discos da banda e se tornou famoso por incorporar elementos medievais em seus desenhos. O álbum foi gravado no estúdio Karo, em Hamburgo (ALE), durante a primavera europeia e contou com a produção de Kalle trapp, que já havia trabalhado anteriormente com a banda.
As musicas traziam diversos elementos além do já consagrado e característico peso das guitarras demonstrado pela banda em discos anteriores. Isso ficou claro na canção Theatre of Pain, muito influenciada pelos corais e orquestrações do Queen e que teve sua letra inspirada em um romance de Poul Anderson. Time What is time teve como base o filme "Blade Runner" e é até hoje apresentada pela banda em seus Shows, sendo considerado um clássico absoluto dos bardos. Já Journey through the dark teve uma pegada maus na linha dos álbuns batallions of fear (1989) e Follow the Blind (1990), ou seja, era porradaria na cara mesmo e foi imortalizada no álbum ao vivo Tokyo Tales (1993) em uma versão matadora.
The bard's song (in the forest) é um dos hinos da banda, pois sempre que ela é apresentada, os fãs a cantam de cabo a rabo. Hansi Kursch, ao lado dos guitarristas, foi o destaque deste álbum, sobretudo pela adição de corais, muito bem elaborados e de extremo bom gosto. Se me perguntassem qual disco eu indicaria para quem não conhece o Blind Guardian, sem sombra de dúvida eu responderia Somewhere far Beyond.

Nenhum comentário:
Postar um comentário